Fábio Pegos
domingo, 18 de dezembro de 2011
Hanseníase e Educação
As ferramentas de gestão pública na gestão em saúde em consonância com os processos educativos em prol da desmestificação e quebra de paradigma de uma patologia de repercussão milenar, por muitos ainda desconhecida, em muito pode auxiliar no avanço da conscientização para a identificação precoce e minimização da cadeia infecciosa causada pelo Micobaterium leprae, evitando as consequências danosas por decorrência das complicações clínicas. Forjar nas séries iniciais de ensino a prioridade das informações em educação popular em saúde, viabilizando as discussões e melhorando o nível de percepção dos alunos, muitas vezes em contraste com a sua própria situação sócio-econômica e de saúde, pode alavancar um processo de percepção informativa auxiliando na profilaxia e enfretamento de muitas doenças do esquete de patologias negligenciadas, não somente a hanseníase.
domingo, 11 de dezembro de 2011
Hanseníase e a Gestão Pública
As ferramentas de gestão pública, tais como o planejamento, organização e logística direcionadas para o foco convergente para a saúde, auxiliam consideravelmente na operacionalização das ações de enfrentamento e profilaxia da hanseníase. Nota-se com facilidade que a descentralização do Programa Municipal de Controle de Hanseníase em Belmonte-BA, através da logística, fluxo e tratamento nas Estratégicas de Saúde da Família, auxiliaram no controle da patologia. Como já discorrido outroramente as parcerias foram vitais para a dinâmica do serviço em vigilância em saúde.
No panorama corporativo das grandes instituições privadas e com uma feliz ascendência na área pública, desmestificando a banalização da coisa pública, coisa essa que a despeito de muitas vezes ter um enfoque controverso, vem crescendo e dinamizando-se fruto da boa gestão, mesmo que ainda não seja algo uníssono, ficando restrito a determinadas localidades, ainda decorrente do vínculo empregatício, do perfil profissional e da gerência em saúde.
O investimento da gestão em material humano capacitado para a operacionalização dos cuidados preventivos e curativos, tem sido através do contexto da educação continuada um dos alicerces para o cuidado das questões macro de saúde, minimizando o viés discrepante existente nas diversas e diferentes realidades do nosso país.
No panorama corporativo das grandes instituições privadas e com uma feliz ascendência na área pública, desmestificando a banalização da coisa pública, coisa essa que a despeito de muitas vezes ter um enfoque controverso, vem crescendo e dinamizando-se fruto da boa gestão, mesmo que ainda não seja algo uníssono, ficando restrito a determinadas localidades, ainda decorrente do vínculo empregatício, do perfil profissional e da gerência em saúde.
O investimento da gestão em material humano capacitado para a operacionalização dos cuidados preventivos e curativos, tem sido através do contexto da educação continuada um dos alicerces para o cuidado das questões macro de saúde, minimizando o viés discrepante existente nas diversas e diferentes realidades do nosso país.
sábado, 10 de dezembro de 2011
Hanseníase
Propor um campo propício as discussões técnicas e de fórum epistemológico comum às questões pertinentes à saúde pública, viabilizando a troca de experiências com demais parceiros que se debruçam, em especial pelo labor a pesquisa, principalmente do esquete das doenças negligenciadas como a hanseníase. Colaborar para a maior democratização da informação e acesso ao tratamento. Esse é o intuito desta ferramenta, proporcionar os questionamentos devidos sobre hanseníase e desencadear a criticidade e as vivências dos profissionais com essa patologia que possui grande endemicidade e prevalência em especial nos municípios do Cluster nº 4.
Exteriorizar exitosas e sempre bem vindas iniciativas em prol do enfrentamento da infecção, como a proposta do Programa Nacional de Controle de Hanseníase, em parceria com o Ministério da Saúde e Fundação Osvaldo Cruz/RJ, o Projeto DECIT/CNPQ/2008 com alguns aglomerados de municípios interioranos deste país, onde nota-se uma incidência maior e através destas parcerias viabilizar uma melhor e diferenciada atenção a esses clientes, que por sua vez, ainda sofrem com o efeito estigmatizante e as repercussões danosas do isolamento.
Em Belmonte, no extremo sul da Bahia, encontra-se um povoado chamado Barrolândia, uma área que por muitos anos foi reconhecido como uma localidade de grande endemicidade e relevante prevalência para hanseníase, justificando assim diversas ações impetradas nas diversas esferas de gestão (privada e pública) para o enfrentamento da doença nesta região.
Em 2009 com o apoio irrestrito da Fiocruz/RJ foi dado o ponta pé inicial ao trabalho de pesquisa em Belmonte, sob a batuta de uma grandes estandartes da pesquisa brasileira em hanseníase, a Dra. Euzenir Nunes Sarno e a equipe da IOC/Fiocruz/RJ em parceria com a Gestão Municipal, sob a Coodenação de Patricia Seixas, mestra em imunologia, que liderou em loco o trabalho de pesquisa, com apoio da Vigilância em Saúde e Atenção Básica que previa a reconvocação dos pacientes e contatos da série histórica da doença nos últimos 10 anos. Os resultados do trabalho que comprovaram uma redução do número de casos e melhora da assistência foram expostos em Belo Horizonte, Salvador e Rio Grande do Norte no Congresso Brasileiro de Medicina Tropical.
Portanto vamos interagir e trocar experências!
Exteriorizar exitosas e sempre bem vindas iniciativas em prol do enfrentamento da infecção, como a proposta do Programa Nacional de Controle de Hanseníase, em parceria com o Ministério da Saúde e Fundação Osvaldo Cruz/RJ, o Projeto DECIT/CNPQ/2008 com alguns aglomerados de municípios interioranos deste país, onde nota-se uma incidência maior e através destas parcerias viabilizar uma melhor e diferenciada atenção a esses clientes, que por sua vez, ainda sofrem com o efeito estigmatizante e as repercussões danosas do isolamento.
Em Belmonte, no extremo sul da Bahia, encontra-se um povoado chamado Barrolândia, uma área que por muitos anos foi reconhecido como uma localidade de grande endemicidade e relevante prevalência para hanseníase, justificando assim diversas ações impetradas nas diversas esferas de gestão (privada e pública) para o enfrentamento da doença nesta região.
Em 2009 com o apoio irrestrito da Fiocruz/RJ foi dado o ponta pé inicial ao trabalho de pesquisa em Belmonte, sob a batuta de uma grandes estandartes da pesquisa brasileira em hanseníase, a Dra. Euzenir Nunes Sarno e a equipe da IOC/Fiocruz/RJ em parceria com a Gestão Municipal, sob a Coodenação de Patricia Seixas, mestra em imunologia, que liderou em loco o trabalho de pesquisa, com apoio da Vigilância em Saúde e Atenção Básica que previa a reconvocação dos pacientes e contatos da série histórica da doença nos últimos 10 anos. Os resultados do trabalho que comprovaram uma redução do número de casos e melhora da assistência foram expostos em Belo Horizonte, Salvador e Rio Grande do Norte no Congresso Brasileiro de Medicina Tropical.
Portanto vamos interagir e trocar experências!
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