Propor um campo propício as discussões técnicas e de fórum epistemológico comum às questões pertinentes à saúde pública, viabilizando a troca de experiências com demais parceiros que se debruçam, em especial pelo labor a pesquisa, principalmente do esquete das doenças negligenciadas como a hanseníase. Colaborar para a maior democratização da informação e acesso ao tratamento. Esse é o intuito desta ferramenta, proporcionar os questionamentos devidos sobre hanseníase e desencadear a criticidade e as vivências dos profissionais com essa patologia que possui grande endemicidade e prevalência em especial nos municípios do Cluster nº 4.
Exteriorizar exitosas e sempre bem vindas iniciativas em prol do enfrentamento da infecção, como a proposta do Programa Nacional de Controle de Hanseníase, em parceria com o Ministério da Saúde e Fundação Osvaldo Cruz/RJ, o Projeto DECIT/CNPQ/2008 com alguns aglomerados de municípios interioranos deste país, onde nota-se uma incidência maior e através destas parcerias viabilizar uma melhor e diferenciada atenção a esses clientes, que por sua vez, ainda sofrem com o efeito estigmatizante e as repercussões danosas do isolamento.
Em Belmonte, no extremo sul da Bahia, encontra-se um povoado chamado Barrolândia, uma área que por muitos anos foi reconhecido como uma localidade de grande endemicidade e relevante prevalência para hanseníase, justificando assim diversas ações impetradas nas diversas esferas de gestão (privada e pública) para o enfrentamento da doença nesta região.
Em 2009 com o apoio irrestrito da Fiocruz/RJ foi dado o ponta pé inicial ao trabalho de pesquisa em Belmonte, sob a batuta de uma grandes estandartes da pesquisa brasileira em hanseníase, a Dra. Euzenir Nunes Sarno e a equipe da IOC/Fiocruz/RJ em parceria com a Gestão Municipal, sob a Coodenação de Patricia Seixas, mestra em imunologia, que liderou em loco o trabalho de pesquisa, com apoio da Vigilância em Saúde e Atenção Básica que previa a reconvocação dos pacientes e contatos da série histórica da doença nos últimos 10 anos. Os resultados do trabalho que comprovaram uma redução do número de casos e melhora da assistência foram expostos em Belo Horizonte, Salvador e Rio Grande do Norte no Congresso Brasileiro de Medicina Tropical.
Portanto vamos interagir e trocar experências!
Parabens ao Professor Fábio e a professora Patrícia por disponibilizar seus conhecimentos para que possamos tirar nossas dúvidas em relação ao tema, um abraço.
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